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Levitação Segundo a Parapsicologia

É a capacidade de alçar-se no ar, elevando-se do solo sem a utilização de suportes ou sem que nada visível o sustente.

Qualquer pessoa pode aflorar esse fenômeno desde que tenha uma rígida disciplina e conhecimento de meditação transcendental, mas não é qualquer pessoa que pode realizar tal feito.

O Ser Humano é um ser energético.  Para a Física Quântica até mesmo o que chamamos de “corpo físico” é na verdade, uma espécie de energia mais densa.

Todo Ser Humano possui um magnetismo que se constitui na força que mantém os seres vivos e da qual produz fenômenos de ordens diversas, por meio de um fluído que emana do SER sob controle de sua vontade.

Albert Einstein afirmou que a gravidade não era absoluta, mas sim uma das hipóteses tangíveis do tempo e espaço, ou seja,  o que chamam de matéria pode ser uma concentração de determinado campo energético.  A matéria para ele é uma das manifestações da energia, por isso, recusou-se a aceitar  a idéia conservadora de admitir a matéria separada da energia.

Quando Maharishi Mahesh Yogi disse que podia levitar e ensinar como faze-lo, suscitou não só o aumento do ceticismo de alguns, mas a curiosidade de outros.

Para alguns, levitar é o mais profundo dos siddhis  (Sidhi equivale ao sânscrito siddhi que significa realização ou poderes ocultos) ao nosso alcance.  Para Maharishi é apenas uma questão de coordenação entre mente e corpo.  Disse: “Diga ao seu corpo que ande e ele o fará”.  Disse ainda: ‘Diga ao corpo que levite pela simples força do desejo e ele não poderá fazê-lo até que seu desejo se transforme em vontade através da interação da psiquê com o corpo, aí sim,  você conseguirá levitar.

Milhares de cientistas e pesquisadores sérios comprometidos com a verdade tem comprovado que através da meditação podemos exercer um domínio do corpo, quando verdadeiras conquistas no cotidiano como dormir melhor, melhorar a memória, maior desempenho em atividades profissionais e desportivas, maior concentração  nos estudos, melhor visão e conseguir o bem feito ato de levitar entre muitos outros.

Por muito tempo levitar foi considerado sobrenatural chegando mesmo a considerar um ato exclusivo de santos ou uma participação de espíritos.  Hoje se sabe do poder da mente sobre a matéria através da Consciência.

Na tradição iogue há oito grandes siddhis e a levitação é uma delas.

A conquista pela levitação é lenta e progressiva e demanda de muita concentração, conhecimento e persistência do Ser (coisa que poucos têm).

Nas primeiras tentativas você apenas sente uma sensação que se torna mais forte com o decorrer do tempo até que você passa a acumular uma força ilimitada e aprende a direcioná-la.

Para Maharishi, o Ser Humano possui 64 canais de iluminação através de repetidos exercícios que fazem com que os siddhis se aflorem vindos da Consciência.

Os oito grandes Siddhis fazem parte de um conjunto de aproximadamente 70.  Sabe-se que nem todos os Siddhis são exercitados.

Maharishi afirma que determinados Siddhis são mais benéficos do que outros.  Dentre estes, aponta ele: a Força, a Onisciência, a Amizade, a Levitação e a Invisibilidade.

Em seu livro “The Relaxation Response”, o Dr. Benson, da Universidade de Harward afirma: “Vimos, em nossas próprias experiências, que pessoas que praticam a meditação várias horas por dia durante semanas, por vezes desenvolvem a tendência a ter alucinações”.  Contudo, para os cientistas tais  fenômenos não passam de privação dos sentidos, o que leva a mente consciente a criar seus próprios estímulos, sob a forma de experiências com os “siddhis”.

A meditação transcendental prova que os “siddhis” são experimentados pelos yogues avançados. Para comprovar isso Maharishi fundou a Universidade Maharishi Européia de Pesquisa que tinha as cores favoritas da Meditação Transcendental: creme e amarelo. Começou com yogues experimentados e submeteu-os  a exercícios simples para estimular os “siddhis” baseando-se no Ioga Sutras de Patanjali. Nada disse a eles sobre o que poderiam esperar, contudo, os primeiros testes com os “siddhis”, os participantes ficaram surpreendidos ao descobri-lo e disse: “Tudo se passou tão  rápido que, antes que pudesse perceber, estava ultrapassando os limites de algo que jamais experimentara em minha vida”.

Observou-se “siddhis” subjetivos (refinamento da intuição) e “siddhis” objetivos (levitação e a invisibilidade).  É  difícil uma pessoa ter alucinação de que está levitando. A levitação informa que algo está ocorrendo.  Esse estágio, entretanto é comumente atingido por yogues que são iluminados.

Essa invisibilidade nos faz lembrar do caso do navio destróier americano Eldridge ancorado na Filadélfia e que subitamente desapareceu embora era visível nas águas o peso do navio. Segundos após o Eldridge aparecia em Norfolk, na Virgínia, reaparecendo a seguir, novamente na Filadélfia.  Mais tarde, Charles Berlitz concluiu que se tratava de uma experiência bem sucedida que pode ser encontrada na complexa teoria por Einstein conhecida pelo nome de Teoria do Campo Unificado publicada entre 1925 a 1927, mas que foi interceptada por ele por achar que sua utilização poderia danificar a humanidade.

Para Helena Blavatsky, a Levitação pode ser feita consciente ou inconsciente.

O próprio Rei do  Egito, Akhenaton levitou em seu leito de morte e quem afirmou isso foi H. Spencer Lewis, falecido Imperador da Ordem Rosa Cruz (AMORC) no seu livro “Rosicrucian Questions and Answers”.

A levitação está associada ao quarto chakra chamado Anahata (cardíaco).  Os chakras envolvidos na levitação são: Muladhara (básico), Anahata (cardíaco) e o Ajna (frontal).

Existem yogas próprias para despertar esses chakras – como os demais.  Os mantras constituem-se em uma das técnicas para desapertá-los.  Em “The Tarot”, Mouni Sadhu afirma que alguns faquires “tem sido capazes de se erguerem no ar por algum tempo apenas com a utilização de um determinado mantra, quando estão sob especial tensão nervosa.  Em outras palavras, o fato, bem conhecido dos ocultistas, de influenciar a matéria por meio da força nervosa, ocorre aqui”.  Os mantras (palavra sânscrita) querem dizer “instrumento de Pensar”.  Os egípcios chamavam-nos hekau, as “palavras do poder”.

Segundo Lenormant, os grandes blocos de pedra das pirâmides do Egito foram realizados através de mantras ou hekau para levitá-los.

Publicado em: 13 de agosto de 2018 por

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Sobre o Autor

Pedro Medeiros é Diretor Operacional do Núcleo de Ciências Herméticas Método Pedro Medeiros onde atua também como Professor e Hipnoterapeuta. Ver Mais

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