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Poltergeist – Sua Mente Pode Destruir

Para o Professor Pedro Medeiros, o homem é uma incógnita, desde seu nascimento até sua morte.  E ao longo de sua vida, a única coisa que faz é acumular enigmas.  No entanto, esses segredos que envolvem o Ser humano foram a  muito desvendados por eminentes personalidades, pesquisadores e cientistas como, por exemplo, pela Helena Petrovna Blavatsky quando lançou seu primeiro número do “The Theosophist” em outubro de 1879.

O fenômeno POLTERGEIST é perfeitamente explicado por uma moderníssima Ciência: a Parapsicologia.

A Ciência parapsicológica surgiu a  partir de 1930 com os trabalhos desenvolvidos pelo Dr. Joseph Banks Rhine na Universidade de Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos.  Todavia adquiriu caráter científico em Utrecht, Holanda, em 1953.

Isto ocorreu considerando que  ciência oficial ou ortodoxa negava-se a comentar tais fenômenos.

O termo POLTERGEIST surgiu  do alemão “polter + geist” que literalmente significa espírito batedor ou barulhento.  Por algum tempo, foi também conhecido como TORIBISMO (do grego thoribos + ismos).

Antes de esclareceremos sobre esse fenômeno psikapa, temos  que esclarecer que o mesmo não é nada misterioso ou inexplicável a compreensão humana como tentam mistificá-lo determinados segmentos religiosos muito devotados à religião e com forte tendência a acreditar no sobrenatural.

É mister deixar claro que a Física Quântica admite que a matéria não é o centro de tudo (dêem-nos apenas os átomos e nós explicaremos o Universo – falavam os físicos tradicionais), pelo contrário, ela admite que até o conceito de físico (matéria) tem de ser revisto já que tudo é energia.

Nas pessoas consideradas POLTERGEISTS, o fenômeno ocorre, na maioria, em pessoas frustradas com uma agressividade reprimida, pessoas altamente carentes afetivamente e, às vezes, com diversas patologias mentais, tais como: paranóia e esquizofrenia.

Geralmente é um agrupamento de diversos fenômenos como Parapirogenia, Estigmatização, Levitação, Efeito Aporte, Psicocinésia e Telecinésia que em conjunto ganhou o genérico nome de Poltergeist.  Os efeitos são de caráter físico ou físico-químico produzidos sem causa aparente ou detectável por um elemento da família ou qualquer pessoa de assídua presença.

O fenômeno já foi exaustivamente analisado e comprovado por cientistas da mais  alta   qualificação,   entre    os   quais   Grawford,    Gasparin,    Charles    Richet, Dr. Osty, Dr. Geley, e muitos outros.

A Poltergeist mais estudada foi a famosa menina Eleonora Zugum apelidada de menina mal-assombrada.  Essa jovem efetuou 1.050 telecinésias, só num único dia foi registrado 67 vezes o fenômeno.

Dingwall descreve o caso de outra garotinha cuja mãe começava a ausentar-se, deixando-a sozinha.  O poltergeist manifestou-se com golpes, bater de portas e arremesso de pratos. Tudo parou quando a mãe parou de se ausentar.  Dingwall assegurou-se de que a criança não falsificava os fenômenos.

Uma pesquisa moderna aponta o tédio como uma das principais causas aparentes das manifestações do subconsciente.  Essa pesquisa constatou que 86% destas manifestações passaram a ocorrer após a mudança para conjuntos habitacionais para pessoas de baixa renda.  O ambiente despersonalizado e deprimente destes locais poderia induzir condições propícias à produção dos fenômenos.

Como já informamos acima, os fenômenos do poltergeist são produzidos fora da consciência do emissor e, aliás, fora da capacidade de atuação consciente.  Essa ação revelou a ciência parapsicológica um lado interessante e inexplorado pela mente subconsciente do Ser humano.  Durante muito tempo, foi considerado pela ciência e pela psicanálise como um “hóspede desconhecido”.  Outros acharam mais cômodo considerar como uma entidade externa agindo no emissor, daí o nome poltergeist (espírito batedor, duende travesso, fantasmas, etc).

Por outro lado, todos estão de acordo que o fenômeno pode ser estudado através das manifestações visíveis e concretas que realiza.

As casas assombradas são notícias no mundo inteiro desde a mais alta Antiguidade.

No ano de 479 a.C., o general Lacedemônio Pausanias foi cercado por muros e morreu de fome. Inexplicavelmente, durante muito tempo foi ouvido seus gritos e barulhos assustadores.

Um caso espetacular de poltergeist e  que recente manifestou-se entre agosto de 1978 e setembro de 1979 em Enfield, nos arredores do norte de Londres, numa família com duas filhas, sendo Janet, de doze anos, aparentemente, a agente dos fenômenos.

Inicialmente o fenômeno se iniciou com sons moderados, entre os quais um ruído de passos leves.  Depois através de uma voz aterrorizante.  A partir daí, papéis e roupas inflamavam-se espontaneamente e fósforos pegavam fogo dentro das gavetas.  As facas eram torcidas.  Pedras estouravam no chão.  Janet e sua irmã eram brutalmente atiradas para fora da cama com tanta freqüência que terminaram por deitarem-se no chão.  Essa casa foi invadida por curiosos, amadores, cientistas, parapsicólogos, ocultistas, membros de seitas, que observavam e tiravam fotos.  Brinquedos foram atirados na cabeça de fotógrafos, Janet levitou diversas vezes deslocando-se perto do teto, esperneando e gritando.  O fogão foi atirado para fora da casa juntamente com um sofá, uma cômoda e uma cama de casal.

Outro notável poltergeist foi registrado no estado do Mato Grosso (Brasil).  Vinha ocorrendo há 3 anos e publicado em dezembro de 1972 por um jornalista que até então se dizia cético.

Em São Paulo, Brasil, em 1970 uma adolescente de 15 anos chamada Irene ateou fogo num guarda-roupa promovendo  uma forte explosão na casa.    Ela  se encontrava a 20 metros da casa. Ela tinha uma personalidade muito forte e não se dava com o pai que batia nela com freqüência.  A família era desunida e o pai, com problemas de visão, não conseguia emprego estável.   É provável que, sensível e frustrada, Irene fornecesse, de uma maneira ou de outra, a energia de que precisava o demolidor invisível (conclusão de Guy Playfair).

Mas o que despertou a curiosidade da ciência, e o fato foi registrado várias vezes, é de que as manifestações via poltergeists eram interrompidas com a simples chegada de um parapsicólogo.  Acredita-se que a energia inteligente do emissor sabia de como aquele profissional poderia descobrir de onde aquela energia maléfica se originara.

Um POLTERGEIST  verdadeiro não é provocado por fantasmas como a mídia via televisão e cinema assim preconizam e sim fruto de uma mente dotada de efeitos psíquicos desequilibrada.

Esse fenômeno coincide com o despertar da puberdade, ou seja, em adolescentes.  A criança quando chega à adolescência passa por uma transformação total; uma verdadeira mudança interior que determina uma posição comportamental, que quando encontra um meio ou um processo de desequilíbrio emocional (sentimentos conflitantes), ele, o jovem, não tem condições de resolver esses conflitos sozinhos.  Não quer mais ser criança e não vê nenhum adulto para ajudá-lo ou alguém que sirva como parâmetro.  No meio disso, tem uma sensibilidade.  Como ele quer se expressar e não consegue, ela (a sensibilidade) se expressa através de um canal de paranormalidade, no caso em questão o POLTERGEIST.  A mente do jovem atua como agente determinante (causador) e, as  pessoas que convivem com ele são os agentes catalisadores.

Publicado em: 13 de agosto de 2018 por

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Sobre o Autor

Pedro Medeiros é Diretor Operacional do Núcleo de Ciências Herméticas Método Pedro Medeiros onde atua também como Professor e Hipnoterapeuta. Ver Mais

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